quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pelé e a Numerologia Cabalística


Não há o que discutir com relação ao talento e à realeza do Sr. Edson, o nosso Rei Pelé. Um atleta de primeira linha, o melhor jogador de futebol do universo, um ser humano exemplar. Mas será que ele é bom em tudo? Claro que não! Pelé sempre foi um péssimo administrador que não sabia dizer “não” e, por isso, teve muitos negócios fracassados, situação reforçada pelo crédito desmedido que dava às pessoas que o rodeavam, algumas de péssimo caráter. Além disso, também no aspecto sentimental o atleta não passava por bons momentos.
Nem é tanto segredo o fato de Pelé se encontrar numa situação econômica dificultosa quando encerrou sua carreira na equipe do Santos. Claro que na sua época os salários não chegavam às cifras ridículas como verificamos hoje, mas ele era (e ainda é) o rei. Por isso aceitou o convite do Cosmos, dos Estados Unidos, onde foi jogar pretendendo dar um up financeiro antes de encerrar definitivamente a carreira. Antes de se ligar à equipe norte-americana, porém, o atleta foi aconselhado a consultar um dos mais renomados numerólogos do mundo, em San Francisco. E foi este quem o aconselhou a abandonar o acento agudo de sua assinatura, trocando-o pelo símbolo cabalístico adotado no lugar do acento, representado por uma simples bolinha (coincidentemente, tudo a ver com um jogador de futebol).
Não é difícil de entender: a assinatura com o acento resultava numa Expressão 5, que remete à versatilidade e liberdade no aspecto positivo, mas à irresponsabilidade, inconstância e abusos no negativo. Já com o sinal cabalístico ele agrega a Expressão 1, que incute liderança, iniciativa e o autoritarismo que lhe faltava. Com isso Pelé (na digitação não temos como evitar o acento agudo) assumiu uma nova postura profissional e pessoal, resultando na celebridade de sucesso que reverenciamos hoje. Felizmente.

Deni Píàia












Acima a antiga assinatura de Pelé (esq) e a forma como  assina hoje (dir).

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